Ezequiel

1. No ano vinte e cinco do nosso cativeiro, no princípio do ano, no décimo dia do mês, catorze anos depois que a cidade foi conquistada, naquele mesmo dia veio sobre mim a mão do SENHOR, e me levou para lá.

2. Em visões de Deus me levou à terra de Israel, e me pôs sobre um monte muito alto, sobre o qual havia como que um edifício de cidade para o lado sul.

3. E, havendo-me levado ali, eis que um homem cuja aparência era como a do bronze, tendo um cordel de linho na sua mão e uma cana de medir, e estava em pé na porta.

4. E disse-me o homem: Filho do homem, vê com os teus olhos, e ouve com os teus ouvidos, e põe no teu coração tudo quanto eu te fizer ver; porque para to mostrar foste tu aqui trazido; anuncia, pois, à casa de Israel tudo quanto vires.

5. E havia um muro fora da casa, em seu redor, e na mão do homem uma cana de medir, de seis côvados, cada um dos quais tinha um côvado e um palmo; e ele mediu a largura do edifício, uma cana, e a altura, uma cana.

6. Então veio à porta que olhava para o caminho do oriente, e subiu pelos seus degraus; mediu o umbral da porta, uma cana de largo, e o outro umbral, uma cana de largo.

7. E cada câmara tinha uma cana de comprido, e uma cana de largo, e o espaço entre os aposentos era de cinco côvados; e o umbral da porta, ao pé do vestíbulo da porta, por dentro, era de uma cana.

8. Também mediu o vestíbulo da porta, por dentro, uma cana.

9. Então mediu o vestíbulo da porta, que tinha oito côvados, e os seus pilares, dois côvados, e este vestíbulo da porta, estava por dentro.

10. As câmaras da porta para o lado do oriente eram três de um lado e três do outro; a mesma medida era a dos três; também os pilares de um lado e do outro tinham a mesma medida.

11. Mediu mais a largura da entrada da porta, que era de dez côvados; e o comprimento da porta, treze côvados.

12. E o espaço em frente das câmaras era de um côvado, e de um côvado o espaço do outro lado; e cada câmara tinha seis côvados de um lado e seis côvados do outro.

13. Então mediu a porta desde o telhado de uma câmara até ao telhado da outra, vinte e cinco côvados de largo, porta contra porta.

14. Fez também os pilares, de sessenta côvados, cada pilar, do átrio, em redor da porta.

15. E, desde a face da porta da entrada até à face do vestíbulo da porta interior, havia cinqüenta côvados.

16. Havia também janelas estreitas nas câmaras, e nos seus pilares, dentro da porta ao redor, e da mesma sorte nos vestíbulos; e as janelas estavam ao redor, na parte de dentro, e nos pilares havia palmeiras.

17. E ele me levou ao átrio exterior, e eis que havia nele câmaras, e um pavimento que estava feito no átrio em redor; trinta câmaras havia naquele pavimento.

18. E o pavimento do lado das portas era proporcional ao comprimento das portas; o pavimento estava mais baixo.

19. E mediu a largura desde a dianteira da porta inferior até a dianteira do átrio interior, por fora, cem côvados, do lado do oriente e do norte.

20. E, quanto à porta que olhava para o caminho do norte, no átrio exterior, ele mediu o seu comprimento e a sua largura.

21. E as suas câmaras eram três de um lado, e três do outro, e os seus pilares e os seus arcos eram da medida da primeira porta: cinqüenta côvados era o seu comprimento, e a largura vinte e cinco côvados.

22. E as suas janelas, e os seus arcos, e as suas palmeiras, eram da medida da porta que olhava para o caminho do oriente; e subia-se para ela por sete degraus, e os seus arcos estavam diante dela.

23. E a porta do átrio interior estava defronte da porta do norte bem como da do oriente; e mediu de porta a porta cem côvados.

24. Então ele me levou ao caminho do sul, e eis que havia ali uma porta que olhava para o caminho do sul, e mediu os seus pilares e os seus arcos conforme estas medidas.

25. E havia também janelas em redor dos seus arcos, como as outras janelas; cinqüenta côvados era o comprimento, e a largura vinte e cinco côvados.

26. E de sete degraus eram as suas subidas, e os seus arcos estavam diante delas; e tinha palmeiras, uma de um lado e outra do outro, nos seus pilares.

27. Também havia uma porta no átrio interior para o caminho do sul; e mediu de porta a porta, para o caminho do sul, cem côvados.

28. Então me levou ao átrio interior pela porta do sul; e mediu a porta do sul, conforme estas medidas.

29. E as suas câmaras, e os seus pilares, e os seus arcos eram conforme estas medidas; e tinham também janelas ao redor dos seus arcos; o comprimento era de cinqüenta côvados, e a largura de vinte e cinco côvados.

30. E havia arcos em redor; o comprimento era de vinte e cinco côvados, e a largura de cinco côvados.

31. E os seus arcos estavam na direção do átrio exterior, e havia palmeiras nos seus pilares; e de oito degraus eram as suas subidas.

32. Depois me levou ao átrio interior, para o caminho do oriente, e mediu a porta conforme estas medidas;

33. E também as suas câmaras, e os seus pilares, e os seus arcos, conforme estas medidas; e havia também janelas em redor dos seus arcos; o comprimento de cinqüenta côvados, e a largura de vinte e cinco côvados.

34. E os seus arcos estavam no átrio de fora; também havia palmeiras nos seus pilares de um e de outro lado; e eram as suas subidas de oito degraus.

35. Então me levou à porta do norte, e mediu conforme estas medidas;

36. As suas câmaras, os seus pilares, e os seus arcos; também tinha janelas em redor; o comprimento era de cinqüenta côvados, e a largura de vinte e cinco côvados.

37. E os seus pilares estavam no átrio exterior; também havia palmeiras nos seus pilares de um e de outro lado; e eram as suas subidas de oito degraus.

38. E as suas câmaras e as suas entradas estavam junto aos pilares das portas onde lavavam o holocausto.

39. E no vestíbulo da porta havia duas mesas de um lado, e duas mesas do outro, para nelas se matar o holocausto e a oferta pelo pecado e pela culpa.

40. Também do lado de fora da subida para a entrada da porta do norte havia duas mesas; e do outro lado, que estava no vestíbulo da porta, havia duas mesas.

41. Quatro mesas de um lado, e quatro mesas do outro; aos lados da porta oito mesas, sobre as quais imolavam.

42. E as quatro mesas para o holocausto eram de pedras lavradas; o comprimento era de um côvado e meio, e a largura de um côvado e meio, e a altura de um côvado; e sobre elas se punham os instrumentos com que imolavam o holocausto e o sacrifício.

43. E os ganchos de um palmo de comprimento, estavam fixos por dentro em redor, e sobre as mesas estava a carne da oferta.

44. E fora da porta interior estavam as câmaras dos cantores, no átrio de dentro, que estava ao lado da porta do norte e olhava para o caminho do sul; uma estava ao lado da porta do oriente, e olhava para o caminho do norte.

45. E ele me disse: Esta câmara que olha para o caminho do sul é para os sacerdotes que têm a guarda da casa.

46. Mas a câmara que olha para o caminho do norte é para os sacerdotes que têm a guarda do altar; são estes os filhos de Zadoque, que se chegam ao SENHOR, dentre os filhos de Levi, para o servir.

47. E mediu o átrio; o comprimento de cem côvados e a largura de cem côvados, um quadrado; e o altar estava diante da casa.

48. Então me levou ao vestíbulo da casa, e mediu a cada pilar do vestíbulo, cinco côvados de um lado, e cinco côvados do outro; e a largura da porta, três côvados de um lado, e três côvados do outro.

49. O comprimento do vestíbulo era de vinte côvados, e a largura de onze côvados, e era por degraus, que se subia a ele; e havia colunas junto aos pilares, uma de um lado e outra do outro.

1. Então me levou ao templo, e mediu os pilares, seis côvados de largura de um lado, e seis côvados de largura do outro, que era a largura da tenda.

2. E a largura da entrada, dez côvados; e os lados da entrada, cinco côvados de um lado e cinco côvados do outro; também mediu o seu comprimento, de quarenta côvados, e a largura, de vinte côvados.

3. E entrou no interior, e mediu o pilar da entrada, dois côvados, e a entrada, seis côvados, e a largura da entrada, sete côvados.

4. Também mediu o seu comprimento, vinte côvados, e a largura, vinte côvados, diante do templo, e disse-me: Este é o Santo dos Santos.

5. E mediu a parede da casa, seis côvados, e a largura das câmaras laterais, quatro côvados, por todo o redor da casa.

6. E as câmaras laterais, estavam em três andares, câmara sobre câmara, trinta em cada andar, e elas entravam na parede que tocava na casa pelas câmaras laterais em redor, para prenderem nela, e não travavam na parede da casa.

7. E havia maior largura nas câmaras laterais superiores, porque o caracol da casa ia subindo muito alto por todo o redor da casa, por isso que a casa tinha mais largura para cima; e assim da câmara baixa se subia à mais alta pelo meio.

8. E olhei para a altura da casa ao redor; e eram os fundamentos das câmaras laterais da medida de uma cana inteira, seis côvados grandes.

9. A grossura da parede das câmaras laterais de fora era de cinco côvados; e o que foi deixado vazio era o lugar das câmaras laterais, que estavam por dentro.

10. E entre as câmaras havia a largura de vinte côvados por todo o redor da casa.

11. E as entradas das câmaras laterais estavam voltadas para o lugar vazio; uma entrada para o caminho do norte, e outra entrada para o do sul; e a largura do lugar vazio era de cinco côvados em redor.

12. Era também o edifício que estava diante do lugar separado, do lado do ocidente, da largura de setenta côvados; e a parede do edifício de cinco côvados de largura em redor, e o seu comprimento era de noventa côvados.

13. Assim mediu a casa, do comprimento de cem côvados, como também o lugar separado, e o edifício, e as suas paredes, cem côvados de comprimento.

14. E a largura da frente da casa, e do lugar separado para o oriente, de uma e de outra parte, de cem côvados.

15. Também mediu o comprimento do edifício, diante do lugar separado, que estava por detrás, e as suas galerias de uma e de outra parte, cem côvados, com o templo de dentro e os vestíbulos do átrio.

16. Os umbrais e as janelas estreitas, e as galerias em redor nos três andares, defronte do umbral, estavam cobertas de madeira em redor; e isto desde o chão até às janelas; e as janelas estavam cobertas.

17. No espaço em cima da porta, e até na casa, no seu interior e na parte de fora, e até toda a parede em redor, por dentro e por fora, tudo por medida.

18. E foi feito com querubins e palmeiras, de maneira que cada palmeira estava entre querubim e querubim, e cada querubim tinha dois rostos,

19. A saber: um rosto de homem olhava para a palmeira de um lado, e um rosto de leãozinho para a palmeira do outro lado; assim foi feito por toda a casa em redor.

20. Desde o chão até acima da entrada estavam feitos os querubins e as palmeiras, como também pela parede do templo.

21. As ombreiras do templo eram quadradas e, no tocante à frente do santuário, a aparência de uma era como a aparência da outra,

22. O altar de madeira era de três côvados de altura, e o seu comprimento de dois côvados; os seus cantos, o seu comprimento e as suas paredes eram de madeira; e disse-me: Esta é a mesa que está perante a face do SENHOR.

23. E o templo e o santuário, ambos tinham duas portas.

24. E as portas tinham duas folhas; duas folhas que viravam; duas para uma porta e duas para a outra.

25. E nelas, isto é, nas portas do templo, foram feitos querubins e palmeiras, como estavam feitos nas paredes, e havia uma trave grossa de madeira na frente do vestíbulo por fora.

26. E havia janelas estreitas, e palmeiras, de um e de outro lado, pelos lados do vestíbulo, como também nas câmaras da casa e nas grossas traves.

1. Depois disto fez-me sair para fora, ao átrio exterior, para o lado do caminho do norte; e me levou às câmaras que estavam defronte do lugar separado, e que estavam defronte do edifício, do lado norte.

2. Do comprimento de cem côvados, era a entrada do norte; e a largura era de cinqüenta côvados.

3. Em frente dos vinte côvados, que tinha o átrio interior, e em frente do pavimento que tinha o átrio exterior, havia galeria contra galeria em três andares.

4. E diante das câmaras havia um passeio de dez côvados de largo, do lado de dentro, e um caminho de um côvado, e as suas entradas eram para o lado do norte.

5. E as câmaras superiores eram mais estreitas; porque as galerias tomavam aqui mais espaço do que as de baixo e as do meio do edifício.

6. Porque elas eram de três andares, e não tinham colunas como as colunas dos átrios; por isso desde o chão se iam estreitando, mais do que as de baixo e as do meio.

7. E o muro que estava de fora, defronte das câmaras, no caminho do átrio exterior, diante das câmaras, tinha cinqüenta côvados de comprimento.

8. Pois o comprimento das câmaras, que estavam no átrio exterior, era de cinqüenta côvados; e eis que defronte do templo havia cem côvados.

9. Por baixo destas câmaras estava a entrada do lado do oriente, quando se entra nelas pelo átrio exterior.

10. Na largura do muro do átrio para o lado do oriente, diante do lugar separado, e diante do edifício, havia também câmaras.

11. E o caminho que havia diante delas era da aparência das câmaras, que davam para o norte; conforme o seu comprimento, assim era a sua largura; e todas as suas saídas eram também conforme os seus padrões, e conforme as suas entradas.

12. E conforme as portas das câmaras, que olhavam para o caminho do sul, havia também uma entrada no topo do caminho, isto é, do caminho em frente do muro direito, para o caminho do oriente, quando se entra por elas.

13. Então me disse: As câmaras do norte, e as câmaras do sul, que estão diante do lugar separado, elas são câmaras santas, em que os sacerdotes, que se chegam ao SENHOR, comerão as coisas mais santas; ali porão as coisas mais santas, e a oferta de manjar, a oferta pelo pecado, e a oferta pela culpa; porque o lugar é santo.

14. Quando os sacerdotes entrarem, não sairão do santuário para o átrio exterior, mas porão ali as suas vestiduras com que ministraram, porque elas são santas; e vestir-se-ão de outras vestiduras, e assim se aproximarão do lugar pertencente ao povo.

15. E, acabando ele de medir a casa interior, ele me fez sair pelo caminho da porta, cuja face olha para o caminho do oriente; e a mediu em redor.

16. Mediu o lado oriental com a cana de medir, quinhentas canas, com a cana de medir, ao redor.

17. Mediu o lado do norte, com a cana de medir, quinhentas canas ao redor.

18. Mediu também o lado do sul, com a cana de medir, quinhentas canas.

19. Deu uma volta para o lado do ocidente, e mediu, com a cana de medir, quinhentas canas.

20. Mediu pelos quatro lados; e havia um muro em redor, de quinhentas canas de comprimento, e quinhentas de largura, para fazer separação entre o santo e o profano.

1. Então me levou à porta, à porta que olha para o caminho do oriente.

2. E eis que a glória do Deus de Israel vinha do caminho do oriente; e a sua voz era como a voz de muitas águas, e a terra resplandeceu por causa da sua glória.

3. E o aspecto da visão que tive era como o da visão que eu tivera quando vim destruir a cidade; e eram as visões como as que tive junto ao rio Quebar; e caí sobre o meu rosto.

4. E a glória do SENHOR entrou na casa pelo caminho da porta, cuja face está para o lado do oriente.

5. E levantou-me o Espírito, e me levou ao átrio interior; e eis que a glória do SENHOR encheu a casa.

6. E ouvi alguém que falava comigo de dentro da casa, e um homem se pôs em pé junto de mim.

7. E disse-me: Filho do homem, este é o lugar do meu trono, e o lugar das plantas dos meus pés, onde habitarei no meio dos filhos de Israel para sempre; e os da casa de Israel não contaminarão mais o meu nome santo, nem eles nem os seus reis, com suas prostituições e com os cadáveres dos seus reis, nos seus altos,

8. Pondo o seu limiar ao pé do meu limiar, e o seu umbral junto ao meu umbral, e havendo uma parede entre mim e eles; e contaminaram o meu santo nome com as suas abominações que cometiam; por isso eu os consumi na minha ira.

9. Agora lancem eles para longe de mim a sua prostituição, e os cadáveres dos seus reis, e habitarei no meio deles para sempre.

10. Tu, pois, ó filho do homem, mostra à casa de Israel esta casa, para que se envergonhe das suas maldades, e meça o modelo.

11. E, envergonhando-se eles de tudo quanto fizeram, faze-lhes saber a forma desta casa, e a sua figura, e as suas saídas, e as suas entradas, e todas as suas formas, e todos os seus estatutos, todas as suas formas, e todas as suas leis; e escreve isto aos seus olhos, para que guardem toda a sua forma, e todos os seus estatutos, e os cumpram.

12. Esta é a lei da casa: Sobre o cume do monte todo o seu contorno em redor será santíssimo; eis que esta é a lei da casa.

13. E estas são as medidas do altar, em côvados (o côvado é um côvado e um palmo): e o fundo será de um côvado de altura, e um côvado de largura, e a sua borda em todo o seu contorno, de um palmo; e esta é a base do altar.

14. E do fundo, desde a terra até a armação inferior, dois côvados, e de largura um côvado, e desde a pequena armação até a grande, quatro côvados, e a largura de um côvado.

15. E o altar, de quatro côvados; e desde o altar e para cima havia quatro pontas.

16. E o altar terá doze côvados de comprimento, e doze de largura, quadrado nos quatro lados.

17. E a armação, catorze côvados de comprimento, e catorze de largura, nos seus quatro lados; e o contorno, ao redor dela, de meio côvado, e o fundo dela de um côvado, ao redor; e os seus degraus davam para o oriente.

18. E disse-me: Filho do homem, assim diz o Senhor DEUS: Estes são os estatutos do altar, no dia em que o fizerem, para oferecerem sobre ele holocausto e para aspergirem sobre ele sangue.

19. E aos sacerdotes levitas, que são da descendência de Zadoque, que se chegam a mim (diz o Senhor DEUS) para me servirem, darás um bezerro, para oferta pelo pecado.

20. E tomarás do seu sangue, e o porás sobre as suas quatro pontas, e sobre os quatro cantos da armação, e no contorno ao redor; assim o purificarás e o expiarás.

21. Então tomarás o bezerro da oferta pelo pecado, e o queimará no lugar da casa para isso designado, fora do santuário.

22. E no segundo dia oferecerás um bode, sem mancha, como oferta pelo pecado; e purificarão o altar, como o purificaram com o bezerro.

23. E, acabando tu de purificá-lo, oferecerás um bezerro, sem mancha, e um carneiro do rebanho, sem mancha.

24. E oferecê-los-ás perante a face do SENHOR; e os sacerdotes deitarão sal sobre eles, e oferecê-los-ão em holocausto ao SENHOR.

25. Por sete dias prepararás, cada dia um bode como oferta pelo pecado; também prepararão um bezerro, e um carneiro do rebanho, sem mancha.

26. Por sete dias expiarão o altar, e o purificarão; e assim consagrar-se-ão.

27. E, cumprindo eles estes dias, será que, ao oitavo dia, e dali em diante, os sacerdotes oferecerão sobre o altar os vossos holocaustos e as vossas ofertas pacíficas; e eu me deleitarei em vós, diz o Senhor DEUS.

1. Então me fez voltar para o caminho da porta exterior do santuário, que olha para o oriente, a qual estava fechada.

2. E disse-me o SENHOR: Esta porta permanecerá fechada, não se abrirá; ninguém entrará por ela, porque o SENHOR, o Deus de Israel entrou por ela; por isso permanecerá fechada.

3. Quanto ao príncipe, por ser príncipe, se assentará nela para sempre, para comer o pão diante do SENHOR; pelo caminho do vestíbulo da porta entrará e por esse mesmo caminho sairá.

4. Depois me levou pelo caminho da porta do norte, diante da casa; e olhei, e eis que a glória do SENHOR encheu a casa do SENHOR; então caí sobre o meu rosto.

5. E disse-me o SENHOR: Filho do homem, pondera no teu coração, e vê com os teus olhos, e ouve com os teus ouvidos, tudo quanto eu te disser de todos os estatutos da casa do SENHOR, e de todas as suas leis; e considera no teu coração a entrada da casa, com todas as saídas do santuário.

6. E dize ao rebelde, à casa de Israel: Assim diz o Senhor DEUS: Bastem-vos todas as vossas abominações, ó casa de Israel!

7. Porque introduzistes estrangeiros, incircuncisos de coração e incircuncisos de carne, para estarem no meu santuário, para o profanarem em minha casa, quando ofereceis o meu pão, a gordura, e o sangue; e eles invalidaram a minha aliança, por causa de todas as vossas abominações.

8. E não guardastes a ordenança a respeito das minhas coisas sagradas; antes vos constituístes, a vós mesmos, guardas da minha ordenança no meu santuário.

9. Assim diz o Senhor DEUS: Nenhum estrangeiro, incircunciso de coração ou incircunciso de carne, entrará no meu santuário, dentre os estrangeiros que se acharem no meio dos filhos de Israel.

10. Mas os levitas que se apartaram para longe de mim, quando Israel andava errado; os quais andavam transviados, desviados de mim, para irem atrás dos seus ídolos, levarão sobre si a sua iniqüidade.

11. Contudo serão ministros no meu santuário, nos ofícios das portas da casa, e servirão à casa; eles matarão o holocausto, e o sacrifício para o povo, e estarão perante eles, para os servir.

12. Porque lhes ministraram diante dos seus ídolos, e fizeram a casa de Israel cair em iniqüidade; por isso eu levantei a minha mão contra eles, diz o Senhor DEUS, e levarão sobre si a sua iniqüidade.

13. E não se chegarão a mim, para me servirem no sacerdócio, nem para se chegarem a alguma de todas as minhas coisas sagradas, às coisas que são santíssimas, mas levarão sobre si a sua vergonha e as suas abominações que cometeram.

14. Contudo, eu os constituirei guardas da ordenança da casa, em todo o seu serviço, e em tudo o que nela se fizer.

15. Mas os sacerdotes levíticos, os filhos de Zadoque, que guardaram a ordenança do meu santuário quando os filhos de Israel se extraviaram de mim, eles se chegarão a mim, para me servirem, e estarão diante de mim, para me oferecerem a gordura e o sangue, diz o Senhor DEUS.

16. Eles entrarão no meu santuário, e se chegarão à minha mesa, para me servirem, e guardarão a minha ordenança;

17. E será que, quando entrarem pelas portas do átrio interior, se vestirão com vestes de linho; e não se porá lã sobre eles, quando servirem nas portas do átrio interior, e dentro.

18. Gorros de linho estarão sobre as suas cabeças, e calções de linho sobre os seus lombos; não se cingirão de modo que lhes venha suor.

19. E, saindo eles ao átrio exterior, ao átrio de fora, ao povo, despirão as suas vestiduras com que ministraram, e as porão nas santas câmaras, e se vestirão de outras vestes, para que não santifiquem o povo estando com as suas vestiduras.

20. E não raparão a sua cabeça, nem deixarão crescer o cabelo; antes, como convém, tosquiarão as suas cabeças.

21. E nenhum sacerdote beberá vinho quando entrar no átrio interior.

22. E eles não se casarão nem com viúva nem com repudiada, mas tomarão virgens da linhagem da casa de Israel, ou viúva que for viúva de sacerdote.

23. E a meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano, e o farão discernir entre o impuro e o puro.

24. E, quando houver disputa, eles assistirão a ela para a julgarem; pelos meus juízos as julgarão; e as minhas leis e os meus estatutos guardarão em todas as minhas solenidades, e santificarão os meus sábados.

25. E eles não se aproximarão de nenhum homem morto, para se contaminarem; mas por pai, ou por mãe, ou por filho, ou por filha, ou por irmão, ou por irmã que não tiver marido, se poderão contaminar.

26. E, depois da sua purificação, contar-se-lhe-ão sete dias.

27. E, no dia em que ele entrar no lugar santo, no átrio interior, para ministrar no lugar santo, oferecerá a sua expiação pelo pecado, diz o Senhor DEUS.

28. Eles terão uma herança: eu serei a sua herança. Não lhes dareis, portanto, possessão em Israel; eu sou a sua possessão.

29. Eles comerão a oferta de alimentos, e a oferta pelo pecado e a oferta pela culpa; e toda a coisa consagrada em Israel será deles.

30. E as primícias de todos os primeiros frutos de tudo, e toda a oblação de tudo, de todas as vossas oblações, serão dos sacerdotes; também as primeiras das vossas massas dareis ao sacerdote, para que faça repousar a bênção sobre a tua casa.

31. Nenhuma coisa, que tenha morrido ou tenha sido despedaçada, de aves e de animais, comerão os sacerdotes.

1. Quando, pois, repartirdes a terra em herança, oferecereis uma oferta ao SENHOR, uma porção santa da terra; o seu comprimento será de vinte e cinco mil canas e a largura de dez mil. Esta será santa em toda a sua extensão ao redor.

2. Desta porção o santuário ocupará quinhentas canas de comprimento, e quinhentas de largura, em quadrado, e terá em redor um espaço vazio de cinqüenta côvados.

3. E desta porção medirás vinte e cinco mil côvados de comprimento, e a largura de dez mil; e ali estará o santuário, o lugar santíssimo.

4. Esta será a porção santa da terra; ela será para os sacerdotes, ministros do santuário, que dele se aproximam para servir ao SENHOR; e lhes servirá de lugar para suas casas, e de lugar santo para o santuário.

5. E os levitas, ministros da casa, terão em sua possessão, vinte e cinco mil canas de comprimento, para vinte câmaras.

6. E para possessão da cidade, de largura dareis cinco mil canas, e de comprimento vinte e cinco mil, defronte da oferta santa; o que será para toda a casa de Israel.

7. O príncipe, porém, terá a sua parte deste e do outro lado da área santa, e da possessão da cidade, diante da santa oferta, e em frente da possessão da cidade, desde o extremo ocidental até o extremo oriental, e de comprimento, corresponderá a uma das porções, desde o termo ocidental até ao termo oriental.

8. E esta terra será a sua possessão em Israel; e os meus príncipes nunca mais oprimirão o meu povo, antes deixarão a terra à casa de Israel, conforme as suas tribos.

9. Assim diz o Senhor DEUS: Basta já, ó príncipes de Israel; afastai a violência e a assolação e praticai juízo e justiça; tirai as vossas imposições do meu povo, diz o Senhor DEUS.

10. Tereis balanças justas, efa justo e bato justo.

11. O efa e o bato serão de uma mesma medida, de modo que o bato contenha a décima parte do ômer, e o efa a décima parte do ômer; conforme o ômer será a sua medida.

12. E o siclo será de vinte geras; vinte siclos, vinte e cinco siclos, e quinze siclos terá a vossa mina.

13. Esta será a oferta que haveis de oferecer: a sexta parte de um efa de cada ômer de trigo; também dareis a sexta parte de um efa de cada ômer de cevada.

14. Quanto à ordenança do azeite, de cada bato de azeite oferecereis a décima parte de um bato tirado de um coro, que é um ômer de dez batos; porque dez batos fazem um ômer.

15. E um cordeiro do rebanho, de cada duzentos, da terra mais regada de Israel, para oferta de alimentos, e para holocausto, e para sacrifício pacífico; para que façam expiação por eles, diz o Senhor DEUS.

16. Todo o povo da terra concorrerá com esta oferta, para o príncipe em Israel.

17. E estarão a cargo do príncipe os holocaustos, e as ofertas de alimentos, e as libações, nas festas, e nas luas novas, e nos sábados, em todas as solenidades da casa de Israel. Ele preparará a oferta pelo pecado, e a oferta de alimentos, e o holocausto, e os sacrifícios pacíficos, para fazer expiação pela casa de Israel.

18. Assim diz o Senhor DEUS: No primeiro mês, no primeiro dia do mês, tomarás um bezerro sem mancha e purificarás o santuário.

19. E o sacerdote tomará do sangue do sacrifício pelo pecado, e porá dele nas ombreiras da casa, e nos quatro cantos da armação do altar, e nas ombreiras da porta do átrio interior.

20. Assim também farás no sétimo dia do mês, pelos que erram, e pelos símplices; assim expiareis a casa.

21. No primeiro mês, no dia catorze do mês, tereis a páscoa, uma festa de sete dias; pão ázimo se comerá.

22. E no mesmo dia o príncipe preparará por si e por todo o povo da terra, um bezerro como oferta pelo pecado.

23. E durante os sete dias da festa preparará um holocausto ao SENHOR, de sete bezerros e sete carneiros sem mancha, cada dia, durante os sete dias; e em sacrifício pelo pecado um bode cada dia.

24. Também preparará uma oferta de alimentos, a saber, um efa, para cada bezerro, e um efa para cada carneiro, e um him de azeite para cada efa.

25. No sétimo mês, no dia quinze do mês, na festa, fará o mesmo por sete dias, tanto o sacrifício pelo pecado, como o holocausto, e como a oferta de alimentos, e como o azeite.

1. Assim diz o Senhor DEUS: A porta do átrio interior que dá para o oriente, estará fechada durante os seis dias que são de trabalho; mas no dia de sábado ela se abrirá; também no dia da lua nova se abrirá.

2. E o príncipe entrará pelo caminho do vestíbulo da porta, por fora, e permanecerá junto da ombreira da porta; e os sacerdotes prepararão o holocausto, e os sacrifícios pacíficos dele; e ele adorará junto ao umbral da porta, e sairá; mas a porta não se fechará até à tarde.

3. E o povo da terra adorará à entrada da mesma porta, nos sábados e nas luas novas, diante do SENHOR.

4. E o holocausto, que o príncipe oferecer ao SENHOR, será, no dia de sábado, seis cordeiros sem mancha e um carneiro sem mancha.

5. E a oferta de alimentos será um efa para o carneiro; e para o cordeiro, a oferta de alimentos será o que puder dar; e de azeite um him para cada efa.

6. Mas no dia da lua nova será um bezerro sem mancha, e seis cordeiros e um carneiro; eles serão sem mancha.

7. E preparará por oferta de manjares um efa para o bezerro e um efa para o carneiro, mas para os cordeiros, o que a sua mão puder dar; e um him de azeite para um efa.

8. E, quando entrar o príncipe, entrará pelo caminho do vestíbulo da porta, e sairá pelo mesmo caminho.

9. Mas, quando vier o povo da terra perante a face do SENHOR nas solenidades, aquele que entrar pelo caminho da porta do norte, para adorar, sairá pelo caminho da porta do sul; e aquele que entrar pelo caminho da porta do sul sairá pelo caminho da porta do norte; não tornará pelo caminho da porta por onde entrou, mas sairá pela outra que está oposta.

10. E o príncipe entrará no meio deles; quando eles entrarem e, saindo eles, sairão todos.

11. E nas festas e nas solenidades a oferta de alimentos será um efa para o bezerro, e um efa para o carneiro, mas para os cordeiros o que puder dar; e de azeite um him para um efa.

12. E, quando o príncipe fizer oferta voluntária de holocaustos, ou de sacrifícios pacíficos, uma oferta voluntária ao SENHOR, então lhe abrirão a porta que dá para o oriente, e fará o seu holocausto e os seus sacrifícios pacíficos, como houver feito no dia de sábado; e sairá, e se fechará a porta depois dele sair.

13. E prepararás um cordeiro de um ano sem mancha, em holocausto ao SENHOR, cada dia; todas as manhãs o prepararás.

14. E, juntamente com ele prepararás uma oferta de alimentos, todas as manhãs, a sexta parte de um efa, e de azeite a terça parte de um him, para misturar com a flor de farinha; por oferta de alimentos para o SENHOR, em estatutos perpétuos e contínuos.

15. Assim prepararão o cordeiro, e a oferta de alimentos, e o azeite, todas as manhãs, em holocausto contínuo.

16. Assim diz o Senhor DEUS: Quando o príncipe der um presente a algum de seus filhos, é sua herança, pertencerá a seus filhos; será possessão deles por herança.

17. Mas, dando ele um presente da sua herança a algum dos seus servos, será deste até ao ano da liberdade; então tornará para o príncipe, porque herança dele é; seus filhos a herdarão.

18. E o príncipe não tomará nada da herança do povo por opressão, defraudando-os da sua possessão; da sua própria possessão deixará herança a seus filhos, para que o meu povo não seja separado, cada um da sua possessão.

19. Depois disto me trouxe pela entrada que estava ao lado da porta, às câmaras santas dos sacerdotes, que olhavam para o norte; e eis que ali havia um lugar nos fundos extremos, para o lado do ocidente.

20. E ele me disse: Este é o lugar onde os sacerdotes cozerão a oferta pela culpa, e a oferta pelo pecado, e onde cozerão a oferta de alimentos, para que não as tragam ao átrio exterior para santificarem o povo.

21. Então me levou para fora, para o átrio exterior, e me fez passar pelos quatro cantos do átrio; e eis que em cada canto do átrio havia outro átrio.

22. Nos quatro cantos do átrio havia outros átrios juntos, de quarenta côvados de comprimento e de trinta de largura; estes quatro cantos tinham uma mesma medida.

23. E havia uma fileira construída ao redor deles, ao redor dos quatro; e havia cozinhas feitas por baixo das fileiras ao redor.

24. E me disse: Estas são as cozinhas, onde os ministros da casa cozerão o sacrifício do povo.

1. Depois disto me fez voltar à porta da casa, e eis que saíam águas por debaixo do umbral da casa para o oriente; porque a face da casa dava para o oriente, e as águas desciam de debaixo, desde o lado direito da casa, ao sul do altar.

2. E ele me fez sair pelo caminho da porta do norte, e me fez dar uma volta pelo caminho de fora, até à porta exterior, pelo caminho que dá para o oriente e eis que corriam as águas do lado direito.

3. E saiu aquele homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir; e mediu mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos artelhos.

4. E mediu mais mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos joelhos; e outra vez mediu mil, e me fez passar pelas águas que me davam pelos lombos.

5. E mediu mais mil, e era um rio, que eu não podia atravessar, porque as águas eram profundas, águas que se deviam passar a nado, rio pelo qual não se podia passar.

6. E disse-me: Viste isto, filho do homem? Então levou-me, e me fez voltar para a margem do rio.

7. E, tendo eu voltado, eis que à margem do rio havia uma grande abundância de árvores, de um e de outro lado.

8. Então disse-me: Estas águas saem para a região oriental, e descem ao deserto, e entram no mar; e, sendo levadas ao mar, as águas tornar-se-ão saudáveis.

9. E será que toda a criatura vivente que passar por onde quer que entrarem estes rios viverá; e haverá muitíssimo peixe, porque lá chegarão estas águas, e serão saudáveis, e viverá tudo por onde quer que entrar este rio.

10. Será também que os pescadores estarão em pé junto dele; desde Engedi até En-Eglaim haverá lugar para estender as redes; o seu peixe, segundo a sua espécie, será como o peixe do mar grande, em multidão excessiva.

11. Mas os seus charcos e os seus pântanos não tornar-se-ão saudáveis; serão deixados para sal.

12. E junto ao rio, à sua margem, de um e de outro lado, nascerá toda a sorte de árvore que dá fruto para se comer; não cairá a sua folha, nem acabará o seu fruto; nos seus meses produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário; e o seu fruto servirá de comida e a sua folha de remédio.

13. Assim diz o Senhor DEUS: Este será o termo conforme o qual repartireis a terra em herança, segundo as doze tribos de Israel; José terá duas partes.

14. E vós a herdareis, tanto um como o outro; terra sobre a qual levantei a minha mão, para dá-la a vossos pais; assim esta mesma terra vos cairá a vós em herança.

15. E este será o termo da terra; do lado do norte, desde o mar grande, caminho de Hetlom, até à entrada de Zedade;

16. Hamate, Berota, Sibraim, que estão entre o termo de Damasco e o termo de Hamate; Hazer-Haticom, que está junto ao termo de Haurã.

17. E o termo será desde o mar até Hazar-Enom, o termo de Damasco, e na direção do norte, para o norte, está o termo de Hamate. Este será o lado do norte.

18. E o lado do oriente, entre Haurã, e Damasco, e Gileade, e a terra de Israel será o Jordão; desde o termo do norte até ao mar do oriente medireis. Este será o lado do oriente.

19. E o lado do sul, para o sul, será desde Tamar até às águas da contenda de Cades, junto ao ribeiro, até ao mar grande. Este será o lado do sul.

20. E o lado do ocidente será o mar grande, desde o termo do sul até a entrada de Hamate. Este será o lado do ocidente.

21. Repartireis, pois, esta terra entre vós, segundo as tribos de Israel.

22. Será, porém, que a sorteareis para vossa herança, e para a dos estrangeiros que habitam no meio de vós, que gerarão filhos no meio de vós; e vos serão como naturais entre os filhos de Israel; convosco entrarão em herança, no meio das tribos de Israel.

23. E será que na tribo em que habitar o estrangeiro, ali lhe dareis a sua herança, diz o Senhor DEUS.

1. E estes são os nomes das tribos: desde o extremo norte, ao longo do caminho de Hetlom, indo para Hamate, até Hazar-Enom, termo de Damasco para o norte, ao pé de Hamate, terá uma parte, desde o lado oriental até o ocidental.

2. E junto ao termo de , desde o lado oriental até o ocidental, Aser terá uma porção.

3. E junto ao termo de Aser, desde o lado oriental até o ocidental, Naftali, uma porção.

4. E junto ao termo de Naftali, desde o lado oriental até o lado ocidental, Manassés, uma porção.

5. E junto ao termo de Manassés, desde o lado oriental até o lado ocidental, Efraim, uma porção.

6. E junto ao termo de Efraim, desde o lado oriental até o lado ocidental, Rúben, uma porção.

7. E junto ao termo de Rúben, desde o lado oriental até o lado ocidental, Judá, uma porção.

8. E junto ao termo de Judá, desde o lado oriental até o lado ocidental, será a oferta que haveis de fazer de vinte e cinco mil canas de largura, e de comprimento de cada uma das porções, desde o lado oriental até o lado ocidental; e o santuário estará no meio dela.

9. A oferta que haveis de oferecer ao SENHOR será do comprimento de vinte e cinco mil canas, e da largura de dez mil.

10. E ali será a oferta santa para os sacerdotes, medindo para o norte vinte e cinco mil canas de comprimento, e para o ocidente dez mil de largura, e para o oriente dez mil de largura, e para o sul vinte e cinco mil de comprimento; e o santuário do SENHOR estará no meio dela.

11. E será para os sacerdotes santificados dentre os filhos de Zadoque, que guardaram a minha ordenança, que não se desviaram, quando os filhos de Israel se extraviaram, como se extraviaram os outros levitas.

12. E eles terão uma oferta, da oferta da terra, lugar santíssimo, junto ao limite dos levitas.

13. E os levitas terão, consoante ao termo dos sacerdotes, vinte e cinco mil canas de comprimento, e de largura dez mil; todo o comprimento será vinte e cinco mil, e a largura dez mil.

14. E não venderão disto, nem trocarão, nem transferirão as primícias da terra, porque é santidade ao SENHOR.

15. Mas as cinco mil canas, as que restaram da largura, diante das vinte e cinco mil, ficarão para uso comum, para a cidade, para habitação e para arrabaldes; e a cidade estará no meio delas.

16. E estas serão as suas medidas: o lado do norte de quatro mil e quinhentas canas, o lado do sul de quatro mil e quinhentas, o lado oriental de quatro mil e quinhentas e o lado ocidental de quatro mil e quinhentas.

17. E os arrabaldes da cidade serão para o norte de duzentas e cinqüenta canas, para o sul de duzentas e cinqüenta, para o oriente de duzentas e cinqüenta e para o ocidente de duzentas e cinqüenta.

18. E, quanto ao que restou do comprimento, consoante com a santa oferta, será dez mil para o oriente, e dez mil para o ocidente; e corresponderá à santa oferta; e a sua novidade será para sustento daqueles que servem a cidade.

19. E os que servem à cidade, servi-la-ão dentre todas as tribos de Israel.

20. Toda a oferta será de vinte e cinco mil canas com mais vinte e cinco mil; em quadrado oferecereis a oferta santa, com a possessão da cidade.

21. E o que restou será para o príncipe; deste e do outro lado da oferta santa, e da possessão da cidade, diante das vinte e cinco mil canas da oferta, até ao termo do oriente e do ocidente, diante das vinte e cinco mil, até ao termo do ocidente, correspondente às porções, será para o príncipe; e a santa oferta e o santuário da casa estarão no meio dela.

22. E desde a possessão dos levitas, e desde a possessão da cidade, no meio do que pertencer ao príncipe, entre o termo de Judá, e o termo de Benjamim, será isso para o príncipe.

23. E, quanto ao restante das tribos, desde o lado oriental até o lado ocidental, Benjamim terá uma porção.

24. E junto ao termo de Benjamim, desde o lado oriental até o lado ocidental, Simeão terá uma porção.

25. E junto ao termo de Simeão, desde o lado oriental até o lado ocidental, Issacar terá uma porção.

26. E junto ao termo de Issacar, desde o lado oriental até o lado ocidental, Zebulom terá uma porção.

27. E junto ao termo de Zebulom, desde o lado oriental até o lado ocidental, Gade terá uma porção.

28. E junto ao termo de Gade, ao sul, do lado sul, será o termo desde Tamar até às águas da contenda de Cades, junto ao rio até ao mar grande.

29. Esta é a terra que sorteareis em herança às tribos de Israel; e estas são as suas porções, diz o Senhor DEUS.

30. E estas são as saídas da cidade, desde o lado norte: quatro mil e quinhentas canas por medida.

31. E as portas da cidade serão conforme os nomes das tribos de Israel; três portas para o norte: a porta de Rúben uma, a porta de Judá outra, a porta de Levi outra.

32. E do lado oriental quatro mil e quinhentas canas, e três portas, a saber: a porta de José uma, a porta de Benjamim outra, a porta de outra.

33. E do lado sul quatro mil e quinhentas canas por medida, e três portas: a porta de Simeão uma, a porta de Issacar outra, a porta de Zebulom outra.

34. Do lado ocidental quatro mil e quinhentas canas, e as suas três portas: a porta de Gade uma, a porta de Aser outra, a porta de Naftali outra.

35. Dezoito mil canas por medida terá ao redor; e o nome da cidade desde aquele dia será: o SENHOR ESTA ALI.

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Este lívro compôe o Antigo Testamento, tem 48 capítulos, e 1273 versículos.