Jeremias

1. A palavra do SENHOR, que veio a Jeremias, o profeta, contra os gentios,

2. Acerca do Egito, contra o exército de Faraó-Neco, rei do Egito, que estava junto ao rio Eufrates em Carquemis, ao qual feriu Nabucodonosor, rei de babilônia, no ano quarto de Jeoiaquim, filho de Josias, rei de Judá.

3. Preparai o escudo e o pavês, e chegai-vos para a peleja.

4. Selai os cavalos e montai, cavaleiros, e apresentai-vos com elmos; limpai as lanças, vesti-vos de couraças.

5. Por que razão vejo os medrosos voltando as costas? Os seus valentes estão abatidos, e vão fugindo, sem olharem para trás; terror há ao redor, diz o SENHOR.

6. Não fuja o ligeiro, e não escape o valente; para o lado norte, junto à borda do rio Eufrates tropeçaram e caíram.

7. Quem é este que vem subindo como o Nilo, cujas águas se movem como os rios?

8. O Egito vem subindo como o Nilo, e como rios cujas águas se movem; e disse: Subirei, cobrirei a terra, destruirei a cidade, e os que nela habitam.

9. Subi, ó cavalos, e estrondeai, ó carros, e saiam os valentes; os etíopes, e os do Líbano, que manejam o escudo, e os lídios, que manejam e entesam o arco.

10. Porque este dia é o dia do Senhor DEUS dos Exércitos, dia de vingança para ele se vingar dos seus adversários; e a espada devorará, e fartar-se-á, e embriagar-se-á com o sangue deles; porque o Senhor DEUS dos Exércitos tem um sacrifício na terra do norte, junto ao rio Eufrates.

11. Sobe a Gileade, e toma bálsamo, ó virgem filha do Egito; debalde multiplicas remédios, pois já não há cura para ti.

12. As nações ouviram a tua vergonha, e a terra está cheia do teu clamor; porque o valente tropeçou com o valente e ambos caíram juntos.

13. A palavra que falou o SENHOR a Jeremias, o profeta, acerca da vinda de Nabucodonosor, rei de babilônia, para ferir a terra do Egito.

14. Anunciai no Egito, e fazei ouvir isto em Migdol; fazei também ouvi-lo em Nofe, e em Tafnes, dizei: Apresenta-te, e prepara-te; porque a espada já devorou o que está ao redor de ti.

15. Por que foram derrubados os teus valentes? Não puderam manter-se firmes, porque o SENHOR os abateu.

16. Multiplicou os que tropeçavam; também caíram uns sobre os outros, e disseram: Levanta-te, e voltemos ao nosso povo, e à terra do nosso nascimento, por causa da espada que oprime.

17. Clamaram ali: Faraó rei do Egito é apenas um barulho; deixou passar o tempo assinalado.

18. Vivo eu, diz o rei, cujo nome é o SENHOR dos Exércitos, que certamente como o Tabor entre os montes, e como o Carmelo junto ao mar, certamente assim ele virá.

19. Prepara os utensílios para ires ao cativeiro, ó moradora, filha do Egito; porque Nofe será tornada em desolação, e será incendiada, até que ninguém mais aí more.

20. Bezerra mui formosa é o Egito; mas já vem a destruição, vem do norte.

21. Até os seus mercenários no meio dela são como bezerros cevados; mas também eles viraram as costas, fugiram juntos; não ficaram firmes; porque veio sobre eles o dia da sua ruína e o tempo do seu castigo.

22. A sua voz irá como a da serpente; porque marcharão com um exército, e virão contra ela com machados, como cortadores de lenha.

23. Cortarão o seu bosque, diz o SENHOR, embora seja impenetrável; porque se multiplicaram mais do que os gafanhotos; são inumeráveis.

24. A filha do Egito será envergonhada; será entregue na mão do povo do norte.

25. Diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Eis que eu castigarei a Amom de Nó, e a Faraó, e ao Egito, e aos seus deuses, e aos seus reis; ao próprio Faraó, e aos que nele confiam.

26. E os entregarei na mão dos que procuram a sua morte, na mão de Nabucodonosor, rei de babilônia, e na mão dos seus servos; mas depois será habitada, como nos dias antigos, diz o SENHOR.

27. Mas não temas tu, servo meu, Jacó, nem te espantes, ó Israel; porque eis que te livrarei mesmo de longe, como também a tua descendência da terra do seu cativeiro; e Jacó voltará, e descansará, e sossegará, e não haverá quem o atemorize.

28. Tu não temas, servo meu, Jacó, diz o SENHOR, porque estou contigo; porque porei termo a todas as nações entre as quais te lancei; mas a ti não darei fim, mas castigar-te-ei com justiça, e não te darei de todo por inocente.

1. A palavra do SENHOR, que veio a Jeremias, o profeta, contra os filisteus, antes que Faraó ferisse a Gaza.

2. Assim diz o SENHOR: Eis que se levantam as águas do norte, e tornar-se-ão em torrente transbordante, e alagarão a terra e sua plenitude, a cidade, e os que nela habitam; e os homens clamarão, e todos os moradores da terra se lamentarão;

3. Ao ruído estrepitoso dos cascos dos seus fortes cavalos, ao barulho de seus carros, ao estrondo das suas rodas; os pais não atendem aos filhos, por causa da fraqueza das mãos;

4. Por causa do dia que vem, para destruir a todos os filisteus, para cortar de Tiro e de Sidom todo o restante que os socorra; porque o SENHOR destruirá os filisteus, o remanescente da ilha de Caftor.

5. A calvície veio sobre Gaza, foi desarraigada Ascalom, com o restante do seu vale; até quando te retalharás?

6. Ah; espada do SENHOR! Até quando deixarás de repousar? Volta para a tua bainha, descansa, e aquieta-te.

7. Mas como te aquietarás? Pois o SENHOR deu ordem à espada contra Ascalom, e contra a praia do mar, para onde ele a enviou.

1. Contra Moabe, assim diz o SENHOR dos Exércitos, Deus de Israel: Ai de Nebo, porque foi destruída; envergonhada está Quiriataim, já está tomada; Misgabe está envergonhada e desanimada.

2. A glória de Moabe já não existe mais; em Hesbom tramaram mal contra ela, dizendo: Vinde, e exterminemo-la, para que não seja mais nação; também tu, ó Madmém, serás silenciada; a espada te perseguirá.

3. Voz de clamor de Horonaim; ruína e grande destruição!

4. Está destruída Moabe; seus filhinhos fizeram ouvir um clamor.

5. Porque pela subida de Luíte eles irão com choro contínuo; porque na descida de Horonaim os adversários de Moabe ouviram as angústias do grito da destruição.

6. Fugi, salvai a vossa vida; sede como a tamargueira no deserto;

7. Porque, por causa da tua confiança nas tuas obras, e nos teus tesouros, também tu serás tomada; e Quemós sairá para o cativeiro, os seus sacerdotes e os seus príncipes juntamente.

8. Porque virá o destruidor sobre cada uma das cidades, e nenhuma cidade escapará, e perecerá o vale, e destruir-se-á a campina; porque o SENHOR o disse.

9. Dai asas a Moabe; porque voando sairá, e as suas cidades se tornarão em desolação, e ninguém morará nelas.

10. Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR fraudulosamente; e maldito aquele que retém a sua espada do sangue.

11. Moabe esteve descansado desde a sua mocidade, e repousou nas suas fezes, e não foi mudado de vasilha para vasilha, nem foi para o cativeiro; por isso conservou o seu sabor, e o seu cheiro não se alterou.

12. Portanto, eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que lhe enviarei derramadores que o derramarão; e despejarão as suas vasilhas, e romperão os seus odres.

13. E Moabe terá vergonha de Quemós como a casa de Israel se envergonhou de Betel, sua confiança.

14. Como direis: Somos valentes e homens fortes para a guerra?

15. Moabe está destruído, e subiu das suas cidades, e os seus jovens escolhidos desceram à matança, diz o Rei, cujo nome é o SENHOR dos Exércitos.

16. Está prestes a vir a calamidade de Moabe; e apressa-se muito a sua aflição.

17. Condoei-vos dele todos os que estais ao seu redor, e todos os que sabeis o seu nome; dizei: Como se quebrou a vara forte, o cajado formoso?

18. Desce da tua glória, e assenta-te em terra seca, ó moradora, filha de Dibom; porque o destruidor de Moabe subiu contra ti, e desfez as tuas fortalezas.

19. Põe-te no caminho, e espia, ó moradora de Aroer; pergunta ao que vai fugindo; e à que escapou dize: Que sucedeu?

20. Moabe está envergonhado, porque foi quebrantado; lamentai e gritai; anunciai em Arnom que Moabe está destruído.

21. Também o julgamento veio sobre a terra da campina; sobre Holom, sobre Jaza, sobre Mefaate,

22. Sobre Dibom, sobre Nebo, sobre Bete-Diblataim,

23. Sobre Quiriataim, sobre Bete-Gamul, sobre Bete-Meom,

24. Sobre Queriote, e sobre Bozra; e até sobre todas as cidades da terra de Moabe, as de longe e as de perto.

25. Já é cortado o poder de Moabe, e é quebrantado o seu braço, diz o SENHOR.

26. Embriagai-o, porque contra o SENHOR se engrandeceu; e Moabe se revolverá no seu vômito, e ele também se tornará objeto de escárnio.

27. Pois não foi também Israel objeto de escárnio? Porventura foi achado entre ladrões, para que sempre que fales dele, saltes de alegria?

28. Deixai as cidades, e habitai no rochedo, ó moradores de Moabe; e sede como a pomba que se aninha nos lados da boca da caverna.

29. Ouvimos da soberba de Moabe, que é soberbíssimo, como também da sua arrogância, e da sua vaidade, e da sua altivez e do seu orgulhoso coração.

30. Eu conheço, diz o SENHOR, a sua indignação, mas isso nada é; as suas mentiras nada farão.

31. Por isso gemerei por Moabe, sim, gritarei por todo o Moabe; pelos homens de Quir-Heres lamentarei;

32. Com o choro de Jazer chorar-te-ei, ó vide de Sibma; os teus ramos passaram o mar, chegaram até ao mar de Jazer; porém o destruidor caiu sobre os teus frutos do verão, e sobre a tua vindima.

33. Tirou-se, pois, o folguedo e a alegria do campo fértil e da terra de Moabe; porque fiz cessar o vinho nos lagares; já não pisarão uvas com júbilo; o júbilo não será júbilo.

34. Por causa do grito de Hesbom até Eleale e até Jaaz, se ouviu a sua voz desde Zoar até Horonaim, como bezerra de três anos; porque até as águas do Ninrim se tornarão em assolação.

35. E farei cessar em Moabe, diz o SENHOR, quem sacrifique nos altos, e queime incenso aos seus deuses.

36. Por isso ressoará como flauta o meu coração por Moabe, também ressoará como flauta o meu coração pelos homens de Quir-Heres; porquanto a abundância que ajuntou se perdeu.

37. Porque toda a cabeça será tosquiada, e toda a barba será diminuída; sobre todas as mãos haverá sarjaduras, e sobre os lombos, sacos.

38. Sobre todos os telhados de Moabe e nas suas ruas haverá um pranto geral; porque quebrei a Moabe, como a um vaso que não agrada, diz o SENHOR.

39. Como está quebrantado! Como gritam! Como virou Moabe a cerviz envergonhado! Assim será Moabe objeto de escárnio e de desmaio, para todos que estão em redor dele.

40. Porque assim diz o SENHOR: Eis que voará como a águia, e estenderá as suas asas sobre Moabe.

41. São tomadas as cidades, e ocupadas as fortalezas; e naquele dia será o coração dos valentes de Moabe como o coração da mulher que está com dores de parto.

42. E Moabe será destruído, para que não seja povo; porque se engrandeceu contra o SENHOR.

43. Temor, e cova, e laço, vêm sobre ti, ó morador de Moabe, diz o SENHOR.

44. O que fugir do temor cairá na cova, e o que subir da cova ficará preso no laço; porque trarei sobre ele, sobre Moabe, o ano do seu castigo, diz o SENHOR.

45. Os que fugiam sem força pararam à sombra de Hesbom; pois saiu fogo de Hesbom, e a labareda do meio de Siom, e devorou o canto de Moabe e o alto da cabeça dos turbulentos.

46. Ai de ti, Moabe! Pereceu o povo de Quemós; porque teus filhos ficaram cativos, e tuas filhas em cativeiro.

47. Mas nos últimos dias farei voltar os cativos de Moabe, diz o SENHOR. Até aqui o juízo de Moabe.

1. Contra os filhos de Amom. Assim diz o SENHOR: Acaso Israel não tem filhos, nem tem herdeiro? Por que, pois, herdou Malcã a Gade e o seu povo habitou nas suas cidades?

2. Portanto, eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que farei ouvir em Rabá dos filhos de Amom o alarido de guerra, e tornar-se-á num montão de ruínas, e os lugares da sua jurisdição serão queimados a fogo; e Israel herdará aos que o herdaram, diz o SENHOR.

3. Lamenta, ó Hesbom, porque é destruída Ai; clamai, ó filhas de Rabá, cingi-vos de sacos, lamentai, e dai voltas pelos valados; porque Malcã irá em cativeiro, juntamente com seus sacerdotes e os seus príncipes.

4. Por que te glorias nos vales, teus luxuriantes vales, ó filha rebelde, que confias nos teus tesouros, dizendo: Quem virá contra mim?

5. Eis que eu trarei temor sobre ti, diz o Senhor DEUS dos Exércitos, de todos os que estão ao redor de ti; e sereis lançados fora cada um diante de si, e ninguém recolherá o desgarrado.

6. Mas depois disto farei voltar os cativos dos filhos de Amom, diz o SENHOR.

7. Acerca de Edom. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Acaso não há mais sabedoria em Temã? Pereceu o conselho dos entendidos? Corrompeu-se a sua sabedoria?

8. Fugi, voltai-vos, buscai profundezas para habitar, ó moradores de Dedã, porque eu trarei sobre ele a ruína de Esaú, no tempo em que o castiguei.

9. Se vindimadores viessem a ti, não deixariam rabiscos? Se ladrões de noite viessem, não te danificariam quanto lhes bastasse?

10. Mas eu despi a Esaú, descobri os seus esconderijos, e não se poderá esconder; foi destruída a sua descendência, como também seus irmãos e seus vizinhos, e ele já não existe.

11. Deixa os teus órfãos, eu os guardarei em vida; e as tuas viúvas confiem em mim.

12. Porque assim diz o SENHOR: Eis que os que não estavam condenados a beber do copo, totalmente o beberão; e tu ficarias inteiramente impune? Não ficarás impune, mas certamente o beberás.

13. Porque por mim mesmo jurei, diz o SENHOR, que Bozra servirá de espanto, de opróbrio, de assolação, e de maldição; e todas as suas cidades se tornarão em desolações perpétuas.

14. Ouvi novas vindas do SENHOR, que um embaixador é enviado aos gentios, para lhes dizer: Ajuntai-vos, e vinde contra ela, e levantai-vos para a guerra.

15. Porque eis que te fiz pequeno entre os gentios, desprezado entre os homens.

16. Quanto à tua terribilidade, enganou-te a arrogância do teu coração, tu que habitas nas cavernas das rochas, que ocupas as alturas dos outeiros; ainda que eleves o teu ninho como a águia, de lá te derrubarei, diz o SENHOR.

17. Assim servirá Edom de desolação; todo aquele que passar por ela se espantará, e assobiará por causa de todas as suas pragas.

18. Será como a destruição de Sodoma e Gomorra, e dos seus vizinhos, diz o SENHOR; não habitará ninguém ali, nem morará nela filho de homem.

19. Eis que ele como leão subirá da enchente do Jordão contra a morada do forte; porque num momento o farei correr dali; e quem é o escolhido que porei sobre ela? Pois quem é semelhante a mim? e quem me fixará o tempo? e quem é o pastor que subsistirá perante mim?

20. Portanto ouvi o conselho do SENHOR, que ele decretou contra Edom, e os seus desígnios que ele intentou entre os moradores de Temã: Certamente os menores do rebanho serão arrastados; certamente ele assolará as suas moradas com eles.

21. A terra estremeceu com o estrondo da sua queda; e do seu grito, até ao Mar Vermelho se ouviu o som.

22. Eis que ele como águia subirá, e voará, e estenderá as suas asas contra Bozra; e o coração dos valentes de Edom naquele dia será como o coração da mulher que está com dores de parto.

23. Acerca de Damasco. Envergonhou-se Hamate e Arpade, porquanto ouviram más novas, desmaiaram; no mar há angústia, não se pode sossegar.

24. Enfraquecida está Damasco; virou as costas para fugir, e o tremor a tomou; angústia e dores a tomaram como da que está de parto.

25. Como está abandonada a cidade do louvor, a cidade da minha alegria!

26. Portanto cairão os seus jovens nas suas ruas; e todos os homens de guerra serão consumidos naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos.

27. E acenderei fogo no muro de Damasco, e consumirá os palácios de Bene-Hadade.

28. Acerca de Quedar, e dos reinos de Hazor, que Nabucodonosor, rei de babilônia, feriu. Assim diz o SENHOR: Levantai-vos, subi contra Quedar, e destruí os filhos do oriente.

29. Tomarão as suas tendas, os seus gados, as suas cortinas e todos os seus utensílios, e os seus camelos levarão para si; e lhes clamarão: Há medo por todos os lados.

30. Fugi, desviai-vos para muito longe, buscai profundezas para habitar, ó moradores de Hazor, diz o SENHOR; porque Nabucodonosor, rei de babilônia, tomou conselho contra vós, e formou um desígnio contra vós.

31. Levantai-vos, subi contra uma nação tranqüila, que habita confiadamente, diz o SENHOR, que não tem portas, nem ferrolhos; habitam sós.

32. E os seus camelos serão para presa, e a multidão dos seus gados para despojo; e os espalharei a todo o vento, àqueles que estão nos lugares mais distantes, e de todos os seus lados lhes trarei a sua ruína, diz o SENHOR.

33. E Hazor se tornará em morada de chacais, em assolação para sempre; ninguém habitará ali, nem morará nela filho de homem.

34. A palavra do SENHOR, que veio a Jeremias, o profeta, contra Elão, no princípio do reinado de Zedequias, rei de Judá, dizendo:

35. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis que eu quebrarei o arco de Elão, o principal do seu poder.

36. E trarei sobre Elão os quatro ventos dos quatro cantos dos céus, e os espalharei na direção de todos estes ventos; e não haverá nação aonde não cheguem os fugitivos de Elão.

37. E farei que Elão tema diante de seus inimigos e diante dos que procuram a sua morte; e farei vir sobre eles o mal, o furor da minha ira, diz o SENHOR; e enviarei após eles a espada, até que venha a consumi-los.

38. E porei o meu trono em Elão; e destruirei dali o rei e os príncipes, diz o SENHOR.

39. Acontecerá, porém, nos últimos dias, que farei voltar os cativos de Elão, diz o SENHOR.

1. A palavra que falou o SENHOR contra a babilônia, contra a terra dos caldeus, por intermédio de Jeremias, o profeta.

2. Anunciai entre as nações; e fazei ouvir, e arvorai um estandarte, fazei ouvir, não encubrais; dizei: Tomada está babilônia, confundido está Bel, espatifado está Merodaque, confundidos estão os seus ídolos, e quebradas estão as suas imagens.

3. Porque subiu contra ela uma nação do norte, que fará da sua terra uma solidão, e não haverá quem nela habite; tanto os homens como os animais fugiram, e se foram.

4. Naqueles dias, e naquele tempo, diz o SENHOR, os filhos de Israel virão, eles e os filhos de Judá juntamente; andando e chorando virão, e buscarão ao SENHOR seu Deus.

5. Pelo caminho de Sião perguntarão, para ali voltarão os seus rostos, dizendo: Vinde, e unamo-nos ao SENHOR, numa aliança eterna que nunca será esquecida.

6. Ovelhas perdidas têm sido o meu povo, os seus pastores as fizeram errar, para os montes as desviaram; de monte para outeiro andaram, esqueceram-se do lugar do seu repouso.

7. Todos os que as achavam as devoravam, e os seus adversários diziam: Culpa nenhuma teremos; porque pecaram contra o SENHOR, a morada da justiça, sim, o SENHOR, a esperança de seus pais.

8. Fugi do meio de babilônia, e saí da terra dos caldeus, e sede como os bodes diante do rebanho.

9. Porque eis que eu suscitarei e farei subir contra a babilônia uma congregação de grandes nações da terra do norte, e se prepararão contra ela; dali será tomada; as suas flechas serão como as de valente herói, nenhuma tornará sem efeito.

10. A Caldéia servirá de presa; todos os que a saquearam serão fartos, diz o SENHOR.

11. Porquanto vos alegrastes, e vos regozijastes, ó saqueadores da minha herança, porquanto vos engordastes como novilha no pasto, e mugistes como touros.

12. Será mui confundida vossa mãe, ficará envergonhada a que vos deu à luz; eis que ela será a última das nações, um deserto, uma terra seca e uma solidão.

13. Por causa do furor do SENHOR não será habitada, antes se tornará em total assolação; qualquer que passar por babilônia se espantará, assobiará por todas as suas pragas.

14. Ordenai-vos contra babilônia ao redor, todos os que armais arcos; atirai-lhe, não poupeis as flechas, porque pecou contra o SENHOR.

15. Gritai contra ela ao redor, ela já se submeteu; caíram seus fundamentos, estão derrubados os seus muros; porque esta é a vingança do SENHOR; vingai-vos dela; como ela fez, assim lhe fazei.

16. Arrancai de babilônia o que semeia, e o que leva a foice no tempo da sega; por causa da espada aflitiva virar-se-á cada um para o seu povo, e fugirá cada um para a sua terra.

17. Cordeiro desgarrado é Israel; os leões o afugentaram; o primeiro a devorá-lo foi o rei da Assíria; e, por último Nabucodonosor, rei de babilônia, lhe quebrou os ossos.

18. Portanto, assim diz o SENHOR dos Exércitos, Deus de Israel: Eis que castigarei o rei de babilônia, e a sua terra, como castiguei o rei da Assíria.

19. E farei tornar Israel para a sua morada, e ele pastará no Carmelo e em Basã; e fartar-se-á a sua alma no monte de Efraim e em Gileade.

20. Naqueles dias, e naquele tempo, diz o SENHOR, buscar-se-á a maldade de Israel, e não será achada; e os pecados de Judá, mas não se acharão; porque perdoarei os remanescentes que eu deixar.

21. Sobe contra a terra de Merataim, sim, contra ela, e contra os moradores de Pecode; assola e inteiramente destrói tudo após eles, diz o SENHOR, e faze conforme tudo o que te mandei.

22. Estrondo de batalha há na terra, e de grande destruição.

23. Como foi cortado e quebrado o martelo de toda a terra! Como se tornou babilônia objeto de espanto entre as nações!

24. Laços te armei, e também foste presa, ó babilônia, e tu não o soubeste; foste achada, e também apanhada; porque contra o SENHOR te entremeteste.

25. O SENHOR abriu o seu depósito, e tirou os instrumentos da sua indignação; porque o Senhor DEUS dos Exércitos, tem uma obra a realizar na terra dos caldeus.

26. Vinde contra ela dos confins da terra, abri os seus celeiros; fazei dela montões de ruínas, e destruí-a de todo; nada lhe fique de sobra.

27. Matai a todos os seus novilhos, desçam a matança. Ai deles, porque veio o seu dia, o tempo do seu castigo!

28. Eis a voz dos que fugiram e escaparam da terra de babilônia, para anunciarem em Sião a vingança do SENHOR nosso Deus, a vingança do seu templo.

29. Convocai contra babilônia os flecheiros, a todos os que armam arcos; acampai-vos contra ela em redor, ninguém escape dela; pagai-lhe conforme a sua obra, conforme tudo o que fez, fazei-lhe; porque se houve arrogantemente contra o SENHOR, contra o Santo de Israel.

30. Portanto, cairão os seus jovens nas suas ruas; e todos os seus homens de guerra serão desarraigados naquele dia, diz o SENHOR.

31. Eis que eu sou contra ti, ó soberbo, diz o Senhor DEUS dos Exércitos; porque veio o teu dia, o tempo em que te hei de castigar.

32. Então tropeçará o soberbo, e cairá, e ninguém haverá que o levante; e porei fogo nas suas cidades, o qual consumirá todos os seus arredores.

33. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Os filhos de Israel e os filhos de Judá foram oprimidos juntamente; e todos os que os levaram cativos os retiveram, não os quiseram soltar.

34. Mas o seu Redentor é forte, o SENHOR dos Exércitos é o seu nome; certamente pleiteará a causa deles, para dar descanso à terra, e inquietar os moradores de babilônia.

35. A espada virá sobre os caldeus, diz o SENHOR, e sobre os moradores de babilônia, e sobre os seus príncipes, e sobre os seus sábios.

36. A espada virá sobre os mentirosos, e ficarão insensatos; a espada virá sobre os seus poderosos, e desfalecerão.

37. A espada virá sobre os seus cavalos, e sobre os seus carros, e sobre toda a mistura de povos, que está no meio dela; e tornar-se-ão como mulheres; a espada virá sobre os seus tesouros, e serão saqueados.

38. Cairá a seca sobre as suas águas, e secarão; porque é uma terra de imagens esculpidas, e pelos seus ídolos andam enfurecidos.

39. Por isso habitarão nela as feras do deserto, com os animais selvagens das ilhas; também habitarão nela as avestruzes; e nunca mais será povoada, nem será habitada de geração em geração.

40. Como quando Deus subverteu a Sodoma e a Gomorra, e as suas cidades vizinhas, diz o SENHOR, assim ninguém habitará ali, nem morará nela filho de homem.

41. Eis que um povo vem do norte; uma grande nação e muitos reis se levantarão dos extremos da terra.

42. Armam-se de arco e lança; eles são cruéis, e não têm piedade; a sua voz bramará como o mar, e sobre cavalos cavalgarão, todos postos em ordem como um homem para a batalha, contra ti, ó filha de babilônia.

43. O rei de babilônia ouviu a sua fama, e desfaleceram as suas mãos; a angústia se apoderou dele, como da que está de parto.

44. Eis que ele como leão subirá da enchente do Jordão, contra a morada forte, porque num momento o farei correr dali; e quem é o escolhido que porei sobre ela? porque quem é semelhante a mim, e quem me fixará o tempo? E quem é o pastor que poderá permanecer perante mim?

45. Portanto ouvi o conselho do SENHOR, que ele decretou contra babilônia, e os seus desígnios que intentou contra a terra dos caldeus: certamente os pequenos do rebanho serão arrastados; certamente ele assolará as suas moradas sobre eles.

46. Ao estrondo da tomada de babilônia estremeceu a terra; e o grito se ouviu entre as nações.

1. Assim diz o SENHOR: Eis que levantarei um vento destruidor contra babilônia, e contra os que habitam no meio dos que se levantam contra mim.

2. E enviarei padejadores contra babilônia, que a padejarão, e despejarão a sua terra; porque virão contra ela em redor no dia da calamidade.

3. O flecheiro arme o seu arco contra o que arma o seu arco, e contra o que se exalta na sua couraça; e não perdoeis aos seus jovens; destruí a todo o seu exército.

4. E os mortos cairão na terra dos caldeus, e atravessados nas suas ruas.

5. Porque Israel e Judá não foram abandonados do seu Deus, do SENHOR dos Exércitos, ainda que a sua terra esteja cheia de culpas contra o Santo de Israel.

6. Fugi do meio de babilônia, e livrai cada um a sua alma, e não vos destruais na sua maldade; porque este é o tempo da vingança do SENHOR; que lhe dará a sua recompensa.

7. babilônia era um copo de ouro na mão do SENHOR, o qual embriagava a toda a terra; do seu vinho beberam as nações; por isso as nações enlouqueceram.

8. Num momento caiu babilônia, e ficou arruinada; lamentai por ela, tomai bálsamo para a sua dor, porventura sarará.

9. Queríamos curar babilônia, porém ela não sarou; deixai-a, e vamo-nos cada um para a sua terra; porque o seu juízo chegou até ao céu, e se elevou até às mais altas nuvens.

10. O SENHOR trouxe a nossa justiça à luz; vinde e contemos em Sião a obra do SENHOR, nosso Deus.

11. Aguçai as flechas, preparai os escudos; o SENHOR despertou o espírito dos reis da Média; porque o seu intento é contra babilônia para a destruir; porque esta é a vingança do SENHOR, a vingança do seu templo.

12. Arvorai um estandarte sobre os muros de babilônia, reforçai a guarda, colocai sentinelas, preparai as ciladas; porque como o SENHOR intentou, assim fez o que tinha falado contra os moradores de babilônia.

13. O tu, que habitas sobre muitas águas, rica de tesouros, é chegado o teu fim, a medida da tua avareza.

14. Jurou o SENHOR dos Exércitos por si mesmo, dizendo: Ainda que te enchi de homens, como de lagarta, contudo levantarão gritaria contra ti.

15. Ele fez a terra com o seu poder, e ordenou o mundo com a sua sabedoria, e estendeu os céus com o seu entendimento.

16. Fazendo ele ouvir a sua voz, grande estrondo de águas há nos céus, e faz subir os vapores desde o fim da terra; faz os relâmpagos com a chuva, e tira o vento dos seus tesouros,

17. Embrutecido é todo o homem, no seu conhecimento; envergonha-se todo o artífice da imagem de escultura; porque a sua imagem de fundição é mentira, e nelas não há espírito.

18. Vaidade são, obra de enganos; no tempo da sua visitação perecerão.

19. Não é semelhante a estes a porção de Jacó; porque ele é o que formou tudo; e Israel é a tribo da sua herança; o SENHOR dos Exércitos é o seu nome.

20. Tu és meu machado de batalha e minhas armas de guerra, e por meio de ti despedaçarei as nações e por ti destruirei os reis;

21. E por meio de ti despedaçarei o cavalo e o seu cavaleiro; e por meio de ti despedaçarei o carro e o que nele vai;

22. E por meio de ti despedaçarei o homem e a mulher, e por meio de ti despedaçarei o velho e o moço, e por meio de ti despedaçarei o jovem e a virgem;

23. E por meio de ti despedaçarei o pastor e o seu rebanho, e por meio de ti despedaçarei o lavrador e a sua junta de bois, e por meio de ti despedaçarei os capitães e os magistrados.

24. E pagarei a babilônia, e a todos os moradores da Caldéia, toda a maldade que fizeram em Sião, aos vossos olhos, diz o SENHOR.

25. Eis-me aqui contra ti, ó monte destruidor, diz o SENHOR, que destróis toda a terra; e estenderei a minha mão contra ti, e te revolverei das rochas, e farei de ti um monte de queima.

26. E não tomarão de ti pedra para esquina, nem pedra para fundamentos, porque te tornarás em assolação perpétua, diz o SENHOR.

27. Arvorai um estandarte na terra, tocai a buzina entre as nações, preparai as nações contra ela, convocai contra ela os reinos de Ararate, Mini, e Asquenaz; ordenai contra ela um capitão, fazei subir cavalos, como lagartas eriçadas.

28. Preparai contra ela as nações, os reis da Média, os seus capitães, e todos os seus magistrados, e toda a terra do seu domínio.

29. Então tremerá a terra, e doer-se-á, porque cada um dos desígnios do SENHOR está firme contra babilônia, para fazer da terra de babilônia uma desolação, sem habitantes.

30. Os poderosos de babilônia cessaram de pelejar, ficaram nas fortalezas, desfaleceu a sua força, tornaram-se como mulheres; incendiaram as suas moradas, quebrados foram os seus ferrolhos.

31. Um correio correrá ao encontro de outro correio, e um mensageiro ao encontro de outro mensageiro, para anunciar ao rei de babilônia que a sua cidade está tomada de todos os lados.

32. E os vaus estão ocupados, e os canaviais queimados a fogo; e os homens de guerra ficaram assombrados.

33. Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: A filha de babilônia é como uma eira, no tempo da debulha; ainda um pouco, e o tempo da sega lhe virá.

34. Nabucodonosor, rei de babilônia, devorou-me, colocou-me de lado, fez de mim um vaso vazio, como chacal me tragou, encheu o seu ventre das minhas delicadezas; lançou-me fora.

35. A violência que se fez a mim e à minha carne venha sobre babilônia, dirá a moradora de Sião; e o meu sangue caia sobre os moradores da Caldéia, dirá Jerusalém.

36. Portanto, assim diz o SENHOR: Eis que pleitearei a tua causa, e tomarei vingança por ti; e secarei o seu mar, e farei que se esgote o seu manancial.

37. E babilônia se tornará em montões, morada de chacais, espanto e assobio, sem que haja quem nela habite.

38. Juntamente rugirão como filhos dos leões; bramarão como filhotes de leões.

39. Estando eles excitados, lhes darei a sua bebida, e os embriagarei, para que andem saltando; porém dormirão um perpétuo sono, e não acordarão, diz o SENHOR.

40. Fá-los-ei descer como cordeiros à matança, como carneiros e bodes.

41. Como foi tomada Sesaque, e apanhada de surpresa a glória de toda a terra! Como se tornou babilônia objeto de espanto entre as nações!

42. O mar subiu sobre babilônia; com a multidão das suas ondas se cobriu.

43. Tornaram-se as suas cidades em desolação, terra seca e deserta, terra em que ninguém habita, nem passa por ela filho de homem.

44. E castigarei a Bel em babilônia, e tirarei da sua boca o que tragou, e nunca mais concorrerão a ele as nações; também o muro de babilônia caiu.

45. Saí do meio dela, ó povo meu, e livrai cada um a sua alma do ardor da ira do SENHOR.

46. E para que porventura não se enterneça o vosso coração, e não temais pelo rumor que se ouvir na terra; porque virá num ano um rumor, e depois noutro ano outro rumor; e haverá violência na terra, dominador contra dominador.

47. Portanto, eis que vêm dias, em que farei juízo sobre as imagens de escultura de babilônia, e toda a sua terra será envergonhada, e todos os seus mortos cairão no meio dela.

48. E os céus e a terra, com tudo quanto neles há, jubilarão sobre babilônia; porque do norte lhe virão os destruidores, diz o SENHOR.

49. Como babilônia fez cair mortos os de Israel, assim em babilônia cairão os mortos de toda a terra.

50. Vós, que escapastes da espada, ide-vos, não pareis; de longe lembrai-vos do SENHOR, e suba Jerusalém a vossa mente.

51. Direis: Envergonhados estamos, porque ouvimos opróbrio; vergonha cobriu o nosso rosto, porquanto vieram estrangeiros contra os santuários da casa do SENHOR.

52. Portanto, eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que farei juízo sobre as suas imagens de escultura; e gemerão os feridos em toda a sua terra.

53. Ainda que babilônia subisse aos céus, e ainda que fortificasse a altura da sua fortaleza, todavia de mim virão destruidores sobre ela, diz o SENHOR.

54. De babilônia se ouve clamor de grande destruição da terra dos caldeus;

55. Porque o SENHOR tem destruído babilônia, e tem feito perecer nela a sua grande voz; quando as suas ondas bramam como muitas águas, é emitido o ruído da sua voz.

56. Porque o destruidor vem sobre ela, sobre babilônia, e os seus poderosos serão presos, já estão quebrados os seus arcos; porque o SENHOR, Deus das recompensas, certamente lhe retribuirá.

57. E embriagarei os seus príncipes, e os seus sábios e os seus capitães, e os seus magistrados, e os seus poderosos; e dormirão um sono eterno, e não acordarão, diz o Rei, cujo nome é o SENHOR dos Exércitos.

58. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Os largos muros de babilônia serão totalmente derrubados, e as suas altas portas serão abrasadas pelo fogo; e trabalharão os povos em vão, e as nações no fogo, e eles se cansarão.

59. A palavra que Jeremias, o profeta, mandou a Seraías, filho de Nerias, filho de Maaséias, indo ele com Zedequias, rei de Judá, a babilônia, no quarto ano do seu reinado. E Seraías era o camareiro-mor.

60. Escreveu, pois, Jeremias num livro todo o mal que havia de vir sobre babilônia, a saber, todas estas palavras que estavam escritas contra babilônia.

61. E disse Jeremias a Seraías: Quando chegares a babilônia, verás e lerás todas estas palavras.

62. E dirás: SENHOR, tu falaste contra este lugar, que o havias de desarraigar, até não ficar nele morador algum, nem homem nem animal, e que se tornaria em perpétua desolação.

63. E será que, acabando tu de ler este livro, atar-lhe-ás uma pedra e lançá-lo-ás no meio do Eufrates.

64. E dirás: Assim será afundada babilônia, e não se levantará, por causa do mal que eu hei de trazer sobre ela; e eles se cansarão. Até aqui são as palavras de Jeremias.

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Este lívro compôe o Antigo Testamento, tem 52 capítulos, e 1364 versículos.